
Minha Vida
Início
Em 1986, nasci prematuro - com apenas seis meses.
As lembranças que tenho da minha vida iniciam-se aos 4 anos de vida, quando ia para praia com a família.
Durante toda infância sempre gostei de brincar muito de todos tipos de jogos, esportes, videogame e posteriormente jogos de computador - porém, meu brinquedo preferido sempre foi o lego, não aqueles com peças prontas, mas sim com várias pecinhas que usava para montar uma infinidade de coisas usando ao máximo a imaginação, dessa forma, eu tinha qualquer brinquedo e podia realizar qualquer coisa.
"Tudo um pouco"
Dos 11 aos 15 anos eu: fui goleiro de futebol, joguei handebol e conquistei vários títulos nadando (e viajei para Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Argentina, Blumenau, Curitiba e várias cidades do Rio Grande do Sul, apareci na RBS e jornais, através de entrevistas, e na SportTV, em campeonato transmitido), aprendi sozinho a: montar o cubo mágico (clique aqui); jogar Xadrez bem (clique aqui); tocar piano; fazer muita coisa na internet e informática, tornei-me webmaster (quem faz páginas na internet até recebendo por uma página que fiz para uma empresa. Tive uma página de jogos e dicas para computador e videogame que teve uma boa repercussão nacional na internet chamada peixefredy - no google há muitos resultados ainda, mesmo após tantos anos! Nunca vou esquecer uma vez que fui dar aula de xadrez em um colégio e no meio da aula super-corrida - pela falta de tempo - o aluno levantou a mão parando a aula... ele pediu em tom surpreso: você que é o peixefredy? O "guri" não tava acreditando, rsrs, foi muito bom e engraçado). Estudei inglês. Escrevi um livro de poesias. Gostava de fazer labirintos e desafios para as pessoas resolverem.
Natação
Com 11 anos fui obrigado a nadar, pois tinha asma. Meu "maior defeito" fez eu descobrir um dom que tinha, dentre muitos que ainda haveria de descobrir. Com apenas 1 mês na equipe de natação fui campeão estadual nos 50m e 100m livres! Foi estranho chegar em casa tão jovem com medalhas de uma hora para outra. Nadei dos 11 anos aos 15 anos, sendo medalhista mais de 100 vezes em diversas competições.
Campeão estadual, sul-brasileiro (RS, SC e PR), 6° melhor do país no campeonato brasileiro que participei, vários recordes e troféus de melhor nadador da categoria em várias competições. Porque parei? Distensão nos 2 músculos das costas. Se não fosse por isso não teria parado. Após tantas competições durante o ano, fui para duas competições seguidas (Estadual e Brasileiro), quando voltei meu técnico mandou eu fazer testes de resistência, eu era muito bom porque não questionava, acreditava no trabalho do técnico, se mandassem eu nadar por quantas horas dissessem eu o faria, eu pertencia à água. Levei 2 anos para recuperar-me, então decidi dedicar-me aos estudos, pois ou se faz algo bem feito, ou não se faz, ou se ama alguém ou não se ama.
Não importa o que eu poderia ter sido, mas sim o que eu fui, todos os títulos que conquistei e os valores e experiências que adquiri com a natação: lealdade, concentração, perseverança e interesse das pessoas que quererem ser amigas do cara só depois que ele fica conhecido. Não fico no passado - com sentimento nostálgico - mas orgulho-me muito, nem penso muito no futuro, embora tudo que eu faça, faça pensando aonde me levará. Vivo o presente, pois, na verdade, só ele existe.
Amor
Com 15 anos terminei o colégio, mas o mais marcante foi conhecer a mulher da minha vida - Karine - com a qual estou até hoje. Foi amor à primeira vista, eu a vi do outro lado da rua na saída do colégio. Não resisti. Foi por seu olhar que me apaixonei. Tive sorte. Conheci uma mulher determinada, inteligente, interessante, delicada e que me completa.
Faculdade
Tendo terminado o colégio, aos 16 anos, entrei para a faculdade de direito - estava em dúvida entre educação física, informática, arquitetura e direito - isso demonstra o quanto sou eclético - adoro todas área do conhecimento e gostaria de fazer todos os cursos(filosofia, matemática...). Aos 18, professor de xadrez na Universidade como voluntário através do projeto Cidadão Sécul XXI. Aos 19, monitor das cadeiras de Ambiental e Direito Internacional. O curso de direito levava 6 anos, mas consegui terminá-lo em 4 anos, tendo que fazer nove cadeiras no último semestre junto com a monografia! 16 + 4 = 20 anos: foi a idade que tornei-me bacharel em direito. No mesmo ano (2007), com 21 anos, passei no exame da OAB tornando-me advogado (clique aqui para ver meu currículo jurídico). No segundo semestre fiz um curso no Ministério Público Estadual.
Trabalho
Em 2008, com 22 anos, advoguei com meus pais em nosso escritório de advocacia e advoguei para Tim Celular fazendo audiências. Fiz 3 audiências de crimes como defensor dativo no lugar da Defensoria Pública que estava em greve. Eu estudei sobre budismo, espiritismo, filosofia e aprendi a fazer nós de todos os tipos. Fiz o Curso de Direito da LFG (o ano inteiro).
Presente
Agora em 2009, com 23 anos, aprendi a cozinhar, fui entrevistado para uma matéria sobre o cubo mágico para revista Hit de Belo Horizonte (clique aqui) e consegui proficiência em inglês ao passar no exame FCE (Cambridge).
Estou fazendo o Curso de Direito da Ajuris (o ano inteiro), estudando para concursos e advogando com meus pais.
Sobre minha personalidade:
Amo cada dia da minha vida. Vivo cada dia como se fosse o último e trato as pessoas como se nunca mais fosse vê-las, dizendo tudo que tem que ser dito e evitando dizer o que a maioria das pessoas diz sem pensar quando briga com alguém.
Sou persistente, altruísta e otimista.
Adoro leitura, música, filmes, ensinar e aprender.
Não gosto de pessoas fúteis, falsas e que olham para o que você tem, não para o que você é, que querem saber qual seu sobrenome. Se você me disser que comprou um carro eu vou falar: que bom, meus parabéns! Agora, se você disser que foi, um dia que seja, a pé para o trabalho ou aula, deixando de usar seu carro, eu ficarei muito mais feliz e meu respeito você ganhará.
Quero viver muito, aproveitar muito a vida, ajudar todas as pessoas sempre que possível, conhecer muitas pessoas, casar e ter filhos.
Não consigo ficar só com um grupo, pois sinto como se pertencesse a todos os grupos. Para saber da minha filosofia de vida, clique aqui.
Coisas que quero fazer: aprender libras (língua dos surdos - acho que todos deveriam aprender e seu ensino deveria ser obrigatório nas escolas), aprender a tocar piano com maestria, aprender alguma arte marcial, viajar para muitos lugares, dar aulas de direito em cursos e faculdades.
Defeitos
Bom, não vale só falar das coisas boas, né. Embora sejam os outros que saibam na verdade nossos defeitos e pouco nos falem disso, poderia dizer que às vezes posso ser inconveniente, pois como adoro ajudar, muitas vezes acabo atrapalhando, uma vez que pode ser que a pessoa não queira ajuda, nem companhia, nem ser convidada para almoçar junto, dividir algo ou o que for, assim a pessoa acaba tendo que aceitar o convite para não "ficar chato". Ainda, muitas vezes falo alto demais ou rápido demais, porém quando falo rápido é porque não gosto quero demorar demais o que estou contando, mas ao mesmo tempo não quero que falte toda linha de pensamento e detalhes para pessoa realmente saber como me senti com algo ou a razão de ser do que penso sobre aquilo. Narcisista? Talvez, mas acho que só aparente ser, ou seja, não sei. Porque gosto de falar de tudo que já fiz e penso, contudo, é para ser questionado e trocar ideias, para que os outros me conheçam, saibam quem eu sou, que quero o bem deles e só tenho boas intenções, da mesma forma, quero saber o que os outros pensam, fizeram e acham importante. Narcisista é a pessoa demasiadamente concentrada na sua imagem e normalmente essa palavra tem uma conotação negativa, por outro lado, narcisismo pode ser também paixão por si mesmo, então nesse caso, sou narcisista, eu amo a mim mesmo, acredito, aliás, que devemos amar a nós mesmos, porque se não amamos a nós mesmos não podemos querer que outros nos amem e retribuam nosso amor por eles. Falo o que eu penso, muitas vezes sem que peçam minha opinião e quando pedem, mais ainda, e como nem tudo gostamos de ouvir, nem ninguém gosta de ser contrariado, ou pelo menos quase ninguém, acabo que algumas vezes posso deixar alguém chateado.
Eu não quero ser melhor que ninguém, nem sou, nem ninguém é.
Seja qual for a profissão ou se a pessoa tem dinheiro ou não, bens ou não, casa ou não, celular, carro, qual carro, qual celular, qual casa, seja qual for o cargo, as autoridades não são nada sem quem as execute e aquilo que elas determinam, apenas papel será ou palavras soltas no ar, um rei, no xadrez, pode ser o mentor, quem pense e determine o destino, se vitorioso ou não, mas sem as outras peças daquele grupo, o rei não é nada. Ainda, quando o jogo acaba, todas peças vão para o mesmo lugar, independente de qual peça seja e quanto poder ela tenha. No final das contas, todos são humanos, todos erram e todos morrem. Um prédio não é nada sem quem o construa, uma rua existe, porque alguém a construiu e se limpa está, é porque alguém a limpou, já que dificilmente limpa se mantém.
Ninguém é melhor que ninguém e quem se ache melhor, só porque tem tal profissão, está em tal faculdade, escola, o que for, pior do que os outros será. Não podemos tampouco julgar os outros, criticá-los sim, quando pudermos torná-las pessoas melhores ou, ao menos, fazê-las refletir.
Eu só quero ser melhor que eu mesmo e que os outros sejam também, sempre podemos melhorar, rever nossa forma de pensar e olhar para nós mesmos. Pense.